Os proprietários do iPhone são os mais vulneráveis, aproximadamente oito vezes mais propensos a acessarem sites de phishing do que usuários de um BlackBerry, por exemplo, diz o estudo.
O resultado impressiona, principalmente porque, segundo dados de outubro, o smartphone da Research in Motion (RIM) era líder do mercado norte-americano, com 36% de participação. À época, o iPhone representava apenas 25%.

Os possíveis motivos, segundo a Trusteer, são que os usuários podem receber alertas constantemente via celular ou smartphone, tornando-se mais difícil ignorar um e-mail. As pequenas telas também podem influenciar, já que tornam mais difícil obter informações importantes, como o nome completo do remetente e as primeiras frases do e-mail.O resultado impressiona, principalmente porque, segundo dados de outubro, o smartphone da Research in Motion (RIM) era líder do mercado norte-americano, com 36% de participação. À época, o iPhone representava apenas 25%.

Além disso, mudanças no layout das mensagens e de websites fraudulentos nos aparelhos móveis tornariam mais difícil detectar eventuais irregularidades. Principalmente porque as pessoas não enxergam todo o corpo do texto e clicam em links mais rapidamente.
Outro problema apontado é que os usuários de smartphones se julgam imunes a tipos de malware, que afetam desktops e laptops. Apesar das previsões, vírus e malwares em equipamentos móveis ainda são relativamente raros.
Para a Trusteer, a educação dos usuários é a solução principal para problemas como esse. No entanto, não é a única. Navegadores móveis não têm a mesma segurança que browsers para PC como o Firefox ou o Chrome, tanto que a identificação de phishing é um recurso ainda ausente em aplicações para smartphones.
Fonte: IdgNow

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